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Mulheres e os significados do exame Papanicolaou

Women and the meanings of the pap smear
  • Daniela de Cássia Sabará Rendon
  • Cristiane dos Santos Braga
  • Luana Ribeiro da Silva
  • Lígia Vieira Tenório Sales
  • Anna Maria de Oliveira Salimena

Recorte do Relatório Final de Pesquisa apresentado como monografia no Curso de Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem Wenceslau Braz. Itajubá. Minas Gerais. Dezembro de 2008.


RESUMO

Trata-se de um estudo exploratório e de abordagem qualitativa que teve como objetivo conhecer os significados do exame preventivo Papanicolaou expresso por mulheres. Foram participantes 40 mulheres com a faixa etária entre 30 e 45 anos de idade, freqüentadoras da Policlínica Amílcar Pellon na cidade de Itajubá, Minas Gerais. A coleta das informações foi realizada mediante entrevista semi-estruturada. As diretrizes metodológicas do Discurso do Sujeito Coletivo foram utilizadas e observou-se que o desconhecimento do significado do exame e a vergonha foram os maiores causadores da não realização do exame pela maioria das mulheres entrevistadas. Concluiu-se que os significados emergentes são os mais variados tanto para as mulheres que realizam o exame quanto para as que não o realizam estabeleceram-se conceitos idênticos. Considerou-se que ouvir as mulheres permitiu despertar para alguns caminhos que possam favorecer a sua aderência ao Programa Preventivo e, em um futuro próximo, que se possa alcançar a esperada de adesão ao exame.

Palavras-chave: Saúde da Mulher; Exame Papanicolaou; Pesquisa Qualitativa.


ABSTRACT This is an exploratory and qualitative study aimed to know the meanings of the Papanicolaou expressed by women. Participants were 40 women with ages between 30 and 45 years of age, who attended the Polyclinic Amilcar Pellon Itajubá in the city, Minas Gerais. Data collection was conducted through semi-structured interviews. The methodological guidelines of the Collective Subject Discourse were used and it was observed that the lack of significance of the test and the shame were the main causes of non-completion of the examination by the majority of the women interviewed. It was concluded that emerging meanings are varied for both women undergoing testing and for those who do not realize settled identical concepts. It was felt that hearing women allowed to awaken some ways that may favor its adherence to Preventive Program and, in the near future, one can achieve the expected accession to the examination.

Keywords: Women’s Health; Papanicolaou; Qualitative Research.

INTRODUÇÃO

O câncer cérvico-uterino é uma doença crônico-degenerativa e ainda é um problema de saúde pública em países em desenvolvimento, pois alcança altas taxas de prevalência e mortalidade em mulheres de estratos sociais e econômicos mais baixos e que se encontra em plena fase produtiva1. É causado principalmente pelo vírus Papillomavírus Humano (HPV) que é transmitido facilmente pelo contato sexual, afetando a área genital de homens e mulheres. A falta de educação sexual nas famílias e na escola é uma das causas prováveis do pouco conhecimento do corpo acerca da sexualidade2.

Os fatores responsáveis pelos altos níveis de câncer cérvico-uterino no Brasil são: insuficiência de recursos humanos e materiais disponíveis na área de saúde para prevenção, diagnóstico e tratamento; utilização inadequada dos recursos existentes; baixo nível de informações de saúde da população em geral, multiplicidade de parceiros sexuais, tabagismo, hábitos inadequados de higiene, uso prolongado de contraceptivos orais, reprodução precoce, deficiências nutricionais, insuficiência de informações necessárias ao planejamento das ações de saúde3.

O câncer do colo uterino ainda hoje permanece como o segundo tumor maligno mais comum em mulheres correspondendo a 15% de todos os cânceres femininos. Ele é considerado o de maior frequência em vários países em desenvolvimento, nos quais corresponde de 20 a 30% do total dos tumores malignos em mulheres. Já nos países desenvolvidos do Ocidente, sua incidência é menor de 5% dos cânceres femininos4.

No município de Itajubá-MG, no ano de 2007, foram realizados 4615 exames citopatológicos (totalizando 65,1% da meta total pré-estabelecida, que é de 7140 exames anuais). Desses exames, foram identificados 69 (1,49%) casos de alterações citológicas, dentre elas 31 casos de NIC I + HPV; 30 casos de ASCUS; 8 casos de NIC II – NIC III e nenhum caso de câncer cérvico-uterino invasor5.

Neste contexto, emergiram inquietações ao constatar escassez de referências teóricas que expressam a percepção da mulher com relação ao Exame Preventivo Papanicolaou, tornando objetivo deste estudo conhecer os significados do exame preventivo Papanicolaou expresso por mulheres.

MÉTODOS

Estudo exploratório de abordagem qualitativa6 utilizando como método para coleta de informações o Discurso do Sujeito Coletivo7. Teve como cenário a Policlínica Amílcar Pellon na cidade de Itajubá em Minas Gerais. Participaram 40 mulheres que freqüentaram esta instituição, 20 que realizam periodicamente o Exame Papanicolaou e 20 que nunca realizaram. Foram critérios de inclusão mulheres com faixa etária entre 30 e 45 anos de idade, de estado civil, religião, raça e orientação sexual independente e que concordasse em participar da pesquisa. Excluídas as mulheres com faixa etária inferior a 30 e superior a 45 anos e as que não concordaram em participar da pesquisa.

Solicitou-se autorização do Secretário de Saúde do município e análise do Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem Wenceslau Braz (EEWB) sendo o projeto de pesquisa aprovado segundo Parecer de nº 278/20088.

O instrumento da coleta de dados foi entrevista aberta constituída por duas etapas, sendo a primeira referente aos dados pessoais (idade, religião, grau de escolaridade, estado civil, raça, orientação sexual, vida sexual, renda familiar), e a segunda abordando as questões: Para você o que significa o Exame Preventivo Papanicolaou? Você faz? Por quê? Os depoimentos foram gravados e transcritos pelas pesquisadoras. Realizada várias leituras atentivas para extrair os significados expressos pelas mulheres que posteriormente foram seus conteúdos analisados6.

RESULTADOS

A média de idade das mulheres foi de 36,85 anos; quanto ao estado civil: 47.5% são eram casadas, 37,5% solteiras, 7,5% viúvas, 5% amasiadas e 2,5% divorciadas. A religião predominante foi a Católica totalizando 62,5%, seguida pela Evangélica com 35% e finalmente, a Espírita com 2,5%. Das entrevistadas, 42,5% têm como nível de escolaridade o Ensino Fundamental Incompleto, 25% o Ensino Médio Incompleto, 17,5% o Ensino Médio Completo, 12,5% o Ensino Fundamental Completo e 2,5% o Ensino Superior Incompleto. Notou-se que 0% das entrevistadas, ou seja, nenhuma delas tem o Ensino Superior Completo. A média de idade do início da vida sexual das entrevistas foi de 18,57 anos. Das entrevistadas, 57,5% informaram ter tido 01 parceiro sexual, 20% 03 parceiros, 7,5% 06 parceiros, 2,5% 04 parceiros, 2,5% 08 parceiros, 2,5% 02 parceiros, 2,5% 10 parceiros, 2,5% 18 parceiros, 2,5% 31 parceiros, 2,5% incontáveis parceiros. Entre as entrevistadas, 30% não têm filhos e 70% tem filhos. Dessas 46,4% tem 02 filhos, 25% 04 filhos, 14,4% 01 filho, 10,7% 03 filhos e 3,5% 03 filhos, sendo que a média de filhos entre as mulheres é de 2,6 filhos por mulher.

A Organização Mundial de Saúde propõe para os países com recursos econômicos limitados que se controle, pelo menos uma vez na vida, todas as mulheres com idade próxima aos 40 anos, população teoricamente mais susceptível ao desenvolvimento da doença. Por outro lado, o câncer invasivo é relativamente raro em mulheres com menos de 35 anos de idade e sua maior incidência encontra-se entre a quarta e a quinta décadas de vida. Esse limite de idade foi aumentado para 64 anos no ano de 20119.

Alguns estudos mostraram que mulheres em fase reprodutiva realizam mais o exame de Papanicolaou em relação às mulheres que já não pertencem a essa categoria, possivelmente vinculados a procedimentos de rotina durante o pré-natal ou como parte do planejamento familiar10. Não foram encontradas referências que associem a aderência ou não das mulheres quanto à realização do Exame Preventivo Papanicolaou baseado no estado civil das mesmas, bem como na religião das mesmas.

Na literatura existe uma relação muito íntima entre baixo nível de escolaridade e renda familiar, fazendo com que mulheres enquadradas nesta relação sejam mais suscetíveis ao acometimento do câncer de colo de útero. Nesta perspectiva, considera-se que essas mulheres estão expostas a um maior risco de morbimortalidade, por utilizarem com menor freqüência os serviços que visam à promoção da saúde e à prevenção de doenças. Acredita-se ainda que a incidência dessa patologia se tornou alarmante ocasionada pela pouca instrução da população acerca dessa moléstia11.

Algumas infecções cérvico-vaginais de transmissão sexual estão relacionadas com o desenvolvimento deste tipo de neoplasia (câncer cérvico-uterino), bem como o fumo, más condições de vida, promiscuidade e início precoce da atividade sexual. As mulheres com vida sexual ativa também são potencialmente susceptíveis ao desenvolvimento da doença12. A epidemiologia da doença (câncer cérvico-uterino) está diretamente relacionada com o início da atividade sexual feminina em idade precoce, a multiplicidade de parceiros (da mulher e do homem com quem ela se relaciona), e a história de doenças sexualmente transmissíveis (principalmente o Papilomavírus/HPV)4.

DISCUSSÃO

O significado do exame para as mulheres foi expresso como desconhecimento do significado do exame e a vergonha em realizar o exame. Neste sentido, está exemplificado nos recortes dos depoimentos apresentados neste artigo.

“Eu acho que só pelo nome já diz, um preventivo, porque uma vez que a mulher tem vida sexual ativa ela tem que estar fazendo exames periodicamente para estar sempre atento ao que está acontecendo. O exame Papanicolaou é um exame que previne contra as doenças de colo de útero, doença de ovário, doenças transmissíveis, doenças que a gente não consegue ver”. DSC

As campanhas a favor da realização do exame preventivo têm atingido o objetivo em algumas mulheres que é a compreensão da necessidade de realizá-lo como prevenção de doenças, apesar de não terem citado o motivo principal como sendo o de: prevenção do câncer cérvico-uterino.

“O exame é muito importante e sempre foi. Eu acho que toda mulher deveria fazer. É importante a gente fazer todo ano, eu faço todo ano, mas agora eu estou grávida então por isso eu não fiz”. DSC

O exame de Papanicolaou é de fundamental importância, pois além da prevenção e detecção precoce do câncer ginecológico, torna-se um procedimento indispensável aos programas de direitos reprodutivos, pré-natal, atendimento a patologias obstétricas e DST/HIV/AIDS13. Quanto mais elevado for o nível de escolaridade maior será a importância dada por parte destas mulheres a realização do Papanicolaou, bem como a compreensão de sua realização conforme preconizado pelo Ministério da Saúde14. Muitas mulheres reconhecem a importância da realização do exame, porém não sabem explicar o verdadeiro motivo pelo qual o realizam periodicamente. Percebe-se ainda a falta de informações consistentes acerca da realização do exame ou pouca compreensão das mulheres pelas informações que lhes foram transmitidas.

“O exame Papanicolaou detecta qualquer tipo de doença, com ele vou descobrir como é que está o meu útero, se eu estou com alguma doença, algum tipo de nódulo, de infecção ou alguma ferida no útero”. DSC

A utilização do exame citopatológico no rastreamento do câncer do colo do útero possibilita sua prevenção, visto que identifica lesões ainda em estágios anteriores à neoplasia, assim o diagnóstico precoce, por meio desse exame, é um eficiente caminho para sua prevenção15. Com a realização periódica do exame, há a possibilidade de detectar doenças muitas vezes assintomáticas. O hábito adquirido para a realização do exame, além de trazer benefícios para a própria mulher, serve de exemplo para as outras mulheres que convivem com a mesma.

“O exame Papanicolaou é um exame onde previne as doenças de colo de útero, que é o câncer. É um exame que previne contra o câncer que está atacando principalmente as mulheres, então é um meio de prevenir”. DSC

Pesquisa realizada em uma Unidade Básica de Saúde do município de Campinas – SP em 2007, que objetivou analisar e identificar os aspectos psicossociais e culturais envolvidas na realização da citologia oncótica, que existe a percepção da seriedade da doença (câncer), e o controle eficaz com o exame, o que caracteriza uma forte motivação para a realização do exame preventivo16.

Apesar do reduzido número de mulheres com o conhecimento da verdadeira indicação do Exame Preventivo Papanicolaou é importante salientar a percepção das mesmas sobre a gravidade da doença, caso o controle não seja devidamente realizado. Observou-se também a percepção que as mulheres mostram tem a cerca dos benefícios que o exame pode trazer para a saúde das mesmas.

“Eu sou uma pessoa desinformada. Eu estou com muita dor na barriga até e, esses dias eu vim fazer o Papanicolaou e não deu nada, aí eu fiquei questionando com a moça porque que não deu, mas assim eu com essa idade, mesmo tendo 33 eu estava fazendo, todo dia que eu tomo banho eu tomo de forma errada eu lavo tudo por dentro assim sabe de vergonha de perguntar para o médico, aí eu estava fazendo o Papanicolaou e não dava nada”. DSC

Infelizmente, algumas mulheres acreditam que o Exame Preventivo Papanicolaou tem a capacidade de diagnosticar qualquer tipo de doença de origem ginecológica. Quando este não atinge suas expectativas, perde sua credibilidade fazendo com que estas tomem outras medidas “curativas”, dificultando ainda mais a sua aproximação com a equipe de saúde. Com isso, percebe-se a necessidade de ampliar as orientações levando o conhecimento à população sobre o verdadeiro significado do exame, sobretudo através dos serviços de saúde pelos profissionais que nele atuam.

“Eu faço todo ano para me prevenir de qualquer coisa que possa estar acontecendo. Tanta coisa vem acontecendo ultimamente. O pessoal fala que previne infecção ou alguma doença mais grave que isso, previne tudo. Eu faço todo ano o Papanicolaou e o exame de mama e faço assim, já faço uma bateria mesmo de tudo, para ficar mais tranqüila, saber se eu estou saudável ou não. Eu procuro estar sempre em dia com os exames para me manter assim, saudável”. DSC

A infecção por HPV associada a outros fatores de risco, como história de outras doenças sexualmente transmissíveis, tabagismo e uso de contraceptivo oral, representa importante papel na progressão das lesões escamosas intraepiteliais para a malignidade em mulheres brasileiras4.

Verifica-se que algumas mulheres possuem além da adesão à realização do Exame Preventivo Papanicolaou, a consciência da importância de cuidados com o restante de seu corpo, realizando exames preventivos e periódicos a fim de manter sua saúde. Com relação às respostas das mulheres entrevistadas, observou-se que o cuidado com a saúde tem sido um motivo para a realização periódica do Exame Preventivo Papanicolaou, visando uma vida mais longa e saudável. Isto graças ao auto-cuidado vivenciado por elas, ato que atualmente é muito falado e valorizado, mas que, infelizmente, tão pouco utilizado.

O Exame de Papanicolaou é de fundamental importância, visto que além da prevenção e detecção precoce do câncer ginecológico, torna-se um procedimento indispensável aos programas de planejamento familiar, pré-natal, atendimento a patologias obstétricas e de infecções sexualmente transmissíveis4.

“É um exame muito vergonhoso que as mulheres têm que fazer. Eu fico com muita vergonha de fazer”. DSC
“É um exame que a gente fica muito constrangida e eu tenho vergonha. Eu não faço porque eu sou muito vergonhosa. Quando eu era mais moça eu tinha vergonha de fazer essas coisas e agora que eu estou mais velha, acho que isso não precisa fazer”. DSC

O exame de prevenção do câncer de colo uterino é considerado, por muitas mulheres, um procedimento invasivo, que gera medo, vergonha, ansiedade, desconforto, repulsa à própria genitália e prolongados adiamentos na procura do serviço de saúde. Os profissionais de saúde devem ter a consciência, durante o exame, que cada mulher tem sua própria percepção sobre os procedimentos que envolvem a prevenção do câncer. Pode ser um procedimento simples, rotineiro, rápido e indolor aos olhos do profissional, porém, pela mulher pode ser visto como um procedimento agressivo físico e psicologicamente, pois invade sua intimidade e a mulher que busca o serviço traz consigo suas bagagens social, cultural, familiar e religiosa17.

CONCLUSÃO

Recentemente, a atenção à saúde da mulher tem sido abordada de maneira mais ampla, abrangendo o conceito de integralidade, englobando questões como controle da mortalidade materna, planejamento familiar/saúde reprodutiva e sexual, esterilidade, detecção precoce do câncer ginecológico e de mama, infecções sexualmente transmissíveis, vírus da imunodeficiência humana, síndrome da imunodeficiência adquirida − IST/HIV/ AIDS, sexualidade, adolescência e climatério, dentre outras, considerando o aspecto biopsicossocial e a transmissão de informações em saúde, por intermédio de práticas educativas.

A mulher como principal beneficiária da prevenção do câncer cérvico-uterino deve ser esclarecida de como é feita a prevenção, quais são as etapas do Exame de Papanicolaou e o Enfermeiro capacitado deve atuar junto à equipe multiprofissional e ser um elo entre a população e o serviço de saúde.

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